quarta-feira, 28 de março de 2012

assunto(s) Sagui

(Callithrix jacchus)

 Que modos!
  Os sagüis são os menores macacos que existem. Vivem nas selvas da América da sul e América Central, onde se alimentam de frutos e insetos. O sagüi comum distingue-se das outras 8 espécies do gênero Callithrix pelo seu corpo frágil e pelos dois tufos de pêlo branco que tem em cada orelha. Vive nas florestas densas da Amazônia. Os grandes bandos de sagüis são rigorosamente organizados de acordo com uma hierarquia, e isso difere curiosamente o hábito de alguns macacos africanos, entre os quais este gesto indica submissão.
  O sagüi, apesar de seu temperamento inconstante, costuma tornar-se um interessante bicho de estimação. Ele detesta o frio. costuma juntar pedaços de pano em sua gaiola e faz um ninho onde possa se abrigar. Na selva, dorme nas árvores durante a noite e passa o dia procurando comida entre os galhos. Trepa em árvores com facilidade, mas nunca pula de uma árvore para outra. Seus piores inimigos são as aves de rapina.
    A fêmea geralmente dá à luz gêmeos. quando isso acontece, ela carrega um dos filhotes nas costas e o outro colado a seu
                                                                         



assunto(s) onde as aranhas caranguejeira gostam de fazer seu ninho
Ao contrário de boa parte das aranhas, que tecem suas casas com fios de seda em áreas altas, as caranguejeiras preferem construir seus refúgios em tocas debaixo de pedras ou junto ao tronco de árvores. "Elas podem cavar seus próprios buracos ou aproveitar os já existentes no solo", afirma o biólogo Antônio Domingos Brescovit, do Instituto Butantan, em São Paulo. Geralmente, as tocas são proporcionais ao tamanho do animal e não costumam ser muito profundas. Bicho de hábito noturno, a caranguejeira - nome popular dado a várias espécies de aranha de corpo grande e peludo - é encontrada em jardins, matas e moitas de capim. Em alguns países, ela é conhecida como tarântula. Uma particularidade dessas aranhas é o fato de elas possuírem apenas dois pares de fiandeiras (as estruturas usadas para tecer fios), enquanto a maioria das aranhas tem três pares. Elas costumam viver isoladas e alimentam-se de pequenos animais de sangue frio, como répteis e anfíbios, insetos e até mesmo aves de pequeno porte. Com as quelíceras, duas pequenas garras localizadas perto da cabeça, elas perfuram e injetam veneno em suas presas e em eventuais agressores. Todas são venenosas, embora as existentes no Brasil tenham veneno pouco ativo no homem. As caranguejeiras do gênero Atrax, encontradas na Austrália, estão entre as que podem matar uma pessoa.

1 - As caranguejeiras constroem seu refúgio debaixo de pedras, junto a troncos caídos ou em buracos rasos. Elas preferem ninhos rentes ao chão, pois, devido ao seu tamanho — as maiores chegam a 30 centímetros! —, elas ficariam muito expostas em teias. Perto do solo, elas também têm mais facilidade de achar alimento

2 - Para cavar as tocas, elas usam uma espécie de dentinho localizado na parte da frente das quelíceras, nome dado às garras que usam para picar suas presas. Esses dentinhos, também chamados de rastelo, são uma série de pêlos adaptados, semelhantes a uma escova com cerdas de metal

3 - Depois de cavar o buraco, é preciso retirar a terra. Na hora de fazer essa faxina da casa, as caranguejeiras jogam o entulho para trás com a ajuda das patas dianteiras, empurrando a sujeira para fora de seus ninhos

4 - O trabalho de acabamento é caprichado: algumas caranguejeiras forram o buraco com fios de seda. Esse revestimento tem várias funções: manter o local limpo, impedir a entrada de formigas e servir de alerta — quando um animal esbarra na teia, a aranha detecta o intruso na hora, pois o fio é uma extensão do seu sistema sensorial
assunto(s) peixes

É uma alimentação bem simples e fácil de ser encontrada, e não é muito cara, mas o Oscar tem fama de ser guloso, também pelo tamanho que ele pode alcançar não podemos culpá-lo. Alimentos vivos (como pequenos peixes), carnes cruas também são uma ótima escolha.


                                                          O aquário é uma peça sempre muito importante, pois além de servir de alojamento será um adereço decorativo pra sua residência.


Como todo peixe deve ser criado em um aquário, de preferência um de 100 litros, esse nosso amiguinho pode atingir uma altura bastante razoável. Por ser um peixe de hábitos diurnos recomenda-se que nesse período o aquário esteja tampado para evitar que ele pule pra fora. Quanto à iluminação ele necessita 12h no escuro e 12h no claro. É interessante que você coloque algumas plantas que servem de abrigo para o animal, sempre atento se ele não ira destruí-las. A temperatura ideal deve ser entre 21ºC e 26ºC.


Não deixe de limpar sempre onde seu animal fica, isso é muito importante para seu conforto e do próprio bichinho.


A única e principal higienização é com o aquário mesmo, que deve ser limpo a cada 15 dias ou uma vez por mês, tudo vai depender claro de como estiver a água. Se estiver começando a ficar turva é bom ser trocada. Essa troca de água é parcial, ou seja, apenas 20% do total que vai ser retirada, recomenda-se também sempre efetuar esse processo em época de verão e evitar no inverno. Se possível lavar os filtros também e nunca usar cloro.





assunto(s) aves
A corujinha caburé é tão pequena quanto um pardal, sem dúvida uma das menores corujas do mundo. Esta espécie muito ativa durante o dia, caça outras aves, insetos, lagartos e pererecas. Bastante agressiva para seu tamanho chega a abater presas maiores do que seu próprio tamanho. Ao ser localizado pelas outras aves, é imediatamente cercado e “denunciado”, com pios e vôos especiais, os quais procuram afastar o caburezinho do local. Para a observação dele e das outras espécies esse é um momento especial, já que todos estão atentos à corujinha e aparecem com facilidade.Possui duas colorações de plumagem, como em outras corujas. Existe uma forma cinza, com a cauda listrada de branco e peito claro bordejado de cinza, a cor dominante de toda a plumagem. É possível encontrar exemplares marrom avermelhados, onde a cauda é da mesma cor e quase não se distingue as faixas brancas. Nos dois casos, sobrancelha branca destacada. Em especial na plumagem cinza, a nuca possui penas singulares, formando como se fossem dois olhos. Dessa maneira, o caburezinho confunde qualquer atacante, parecendo estar sempre de frente. Para as aves perseguindo-o, isso é suficiente para evitar contato direto. A plumagem avermelhada não possui essa característica ou ela é menos evidente.Canta o ano inteiro, à noite ou de dia, com maior freqüência no período reprodutivo. São vários chamados, sendo o mais comum um assobio curto, constante e repetido por vários minutos, sem descanso.Pesa cerca de 63 g. Conhecido também como caburé-do-sol e caburé-ferrugem.
assunto(s) aves
HARPIA (Harpia harpyja)

CARACTERÍSTICAS


Mais poderosa predadora entre as aves de rapina do mundo, o gavião-real ou harpia é a maior ave de rapina da América do Sul, possuindo porte majestoso e imponente. P ode medir de 50 a 90 cm de altura, cerca de 105 cm de comprimento e possui 2 m de envergadura. O macho pode pesar de 4 a 4,5 Kg e a fêmea de 6 a 9 Kg. Suas asas são largas e redondas, as pernas curtas e grossas e os dedos extremamente fortes com enormes garras. A cabeça é cinza, o papo e a nuca negros.
O peito, a barriga e a parte de dentro das asas, brancas. Seus olhos são pequenos. Possui um longo topete, uma crista com duas penas maiores e a cauda com três faixas cinzentas. É a ave de rapina mais forte do Brasil, capaz de levantar um carneiro do chão. A realeza das harpias não se deve apenas à sua aparência imponente - asas, cauda e um colar em torno do pescoço negro, peito branco e cabeça ornada por um cocar cinza e macio, do qual despontam dois conjuntos de penas maiores, semelhantes a "chifres" -, mas principalmente à sua incrível força e ferocidade.
Uma harpia adulta carrega um animal de mais de 10 quilos. Suas garras são tão poderosas (a unha chega a medir 7 centímetros) e sua força tão grande, que ela consegue, em pleno vôo, arrancar uma preguiça da árvore. Pode viver até 40 anos.
                                                                          HABITAT
Florestas tropicais altas e densas. Na Mata Atlântica a população está em declínio, mas sua maior ocorrência é na Amazônia.        
                                                                    OCORRÊNCIA
            Do México a Bolívia, Argentina e Brasil. Hoje ainda sobrevive em alguns estados do Nordeste, em Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, e nos estados do Sul.
                                                                  HÁBITOS
Tem um assobio longo e estridente. Voa alternando rápidas batidas de asas com planeio. Quando ataca uma presa, torna-se veloz e possante, podendo carregar para uma árvore, mamíferos de médio porte. Avessas a mudanças de hábitat, as harpias costumam se estabelecer em um território de caça de cerca de 100 quilômetros quadrados de extensão.
                                                                      ALIMENTAÇÃO
Animais de médio porte como preguiças, macacos, filhotes de veado e caititu, aves como araras e serpentes. A harpia está no topo da cadeia alimentar (não tem outros predadores a não ser o homem).
                                                                        REPRODUÇÃO
Reproduzem-se de junho a novembro. O ninho, construído pelo casal em uma das árvores mais altas da área, é perene e refeito a cada período de reprodução, que normalmente ocorre de dois em dois anos. Nidificam em árvores altas e de troncos fortes, seu ninho consiste em uma pilha de galhos, a fêmea coloca dois ovos. A incubação dura em torno de 56 a 58 dias, sobrevivendo apenas um filhote, que é alimentado pelos pais até sair do ninho entre 6 e 8 meses. Chega a maturidade somente no quarto ano de vida
                                                                           AMEAÇAS
Ameaçada de extinção. Atualmente encontra-se praticamente restrita à Floresta Amazônica, devido à caça indiscriminada pelo homem, d estruição do habitat e o tráfico de animais.
            REINO: ANIMALIA
                Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Falconiformes
Família: Accipitridae
Gênero: Harpia
Espécie: H. harpyja
Nome binominal (inglês): Harpia harpyja - Lineu, 1758
Nome vulgar (popular): Gavião-real ou uiraçu-verdadeiro

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
México, América Central, Brasil, Argentina e Colômbia, notadamente no Amazonas.

                                                               HABITAT

Árvores altas, dentro de vasta mata, onde constrói seus ninhos. Habitava as matas brasileiras de forma abrangente. Hoje pode ser encontrado na Amazônia e visto raramente na Mata Atlântica. Na região amazônica da Guiana, onde foi bem estudado, verificou-se que é um predador sobretudo de mamíferos.
                                                                HÁBITO ALIMENTAR

Sua alimentação é composta de animais de porte médio, como aves, macacos e preguiças, que são capturadas quando tomam sol nas copas das árvores, de manhã cedo.
Elas caçam pelo menos dezenove espécies de animais, desesseis destas são arborícolas.
Em cativeiro são alimentadas com carne, pequenos animais como pintos, ratos, etc..
                                                                      REPRODUÇÃO

As harpias, como as águias em geral, são monogâmicas, unindo-se por toda a vida.
Elas fazem ninhos em árvores muito altas, com galhos bem separados, de até 40 metros de altura.
O casal dá uma cria a cada dois ou três anos.
As fêmeas depositam um ovo ou dois, mas, caso ambos os ovos sejam incubados com sucesso, em condições naturais somente o primogênito sobrevive, já que o filhote maior invariavelmente matará o menor (este "cainismo" é comum a várias espécies de águia, e permite estratégias de conservação baseadas na remoção do filhote menor do ninho para criação artificial).
O filhote testa suas asas com seis meses. No entanto, fica sob os cuidados dos pais, sendo alimentado, por outros seis a dez meses, mantendo, assim, uma longa dependência.
A maturidade sexual é atingida aos quatro ou cinco anos e o indivíduo pode retornar ao mesmo ninho em que nasceu
Período de vida:
                                               ASPECTOS GERAIS

A harpia (Harpia harpyja) é a mais pesada e uma das maiores aves de rapina do mundo, com envergadura de 2 metros e peso de até 10 quilogramas. Ambos os sexos têm uma crista de penas largas que levantam quando ouvem algum ruído. Como as corujas, elas têm um disco facial de penas menores que pode focar ondas sonoras para melhorar suas capacidades auditivas.
As harpias são predadores tremendamente eficazes, com garras mais compridas do que as de um urso. É uma águia adaptada ao vôo acrobático em ambientes florestais de espaços fechados.
A harpia possui, como principais características físicas, olhos pequenos, um longo topete, uma crista com duas penas maiores e uma cauda com três faixas cinzentas, que pode medir até 2/3 do comprimento da asa.
Esta ave da família Accipitridae possui asas largas e redondas, pernas curtas e grossas, e dedos extremamente fortes, com enormes garras, capazes até de levantar um carneiro do chão. Sua cabeça é cinza, o papo e a nuca, negros, e o peito, a barriga e a parte de dentro das asas, brancos. Tem entre 50 a 90 centímetros de altura, uma envergadura de até 2 metros e um peso variando entre 7 e 9kg quando fêmea e entre 4 e 5,5 kg quando macho.
Elas se aproximam morfologicamente (não se sabe se filogeneticamente) de várias outras aves de rapina tropicais de grande tamanho adaptadas à caça de grandes animais arborícolas como macacos, preguiças, lêmures, etc., tais como a águia-coroada africana, a águia-das-filipinas e a águia-da-nova-guiné. Todas essas são chamadas de águias-pega-macaco em suas localidades de origem devido ao grande porte, que coloca animais maiores, como macacos, em seu cardápio.
                                                                   ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA ESPÉCIE

Destruição de seu habitat, uma vez que necessita de grandes áreas para viver. Atualmente, a harpia encontra-se praticamente restrita à floresta amazônica.
É ameaçada pela caça predatória. Seja por ser considerada perigosa para as criações de animais domésticos, seja pelo simples vandalismo. Na Revista Globo Rural, chegou a ser publicada uma foto, mandada por leitor da revista a título de curiosidade, em que um grupo de peões numa área de desmatamento no Mato Grosso exibiam, orgulhosamente, o cadáver de uma harpia abatida a tiros sem qualquer razão a não ser o prazer da exibição da caça.
De acordo com a ONG americana Peregrine Fund, que se dedica à proteção internacional de aves de rapina diurnas, a harpia é uma espécie "dependente de conservação", na medida em que o declínio da espécie em toda a sua área de ocorrência, produzido principalmente pelo desmatamento, exige políticas ativas de conservação e/ou reprodução em cativeiro, que impeçam que a ave se torne uma espécie imediatamente ameaçada de extinção.
O Peregrine Fund realizou, aliás, algumas experiências bem sucedidas de criação em cativeiro e libertação de harpia em uma reserva florestal no Panamá.
                                                                    CURIOSIDADES

Por causa do tamanho e ferocidade do animal, os primeiros exploradores na América Central nomearam estas águias em função das monstruosas meio-mulheres/meio-águias da mitologia grega clássica.
A harpia é o pássaro nacional e está desenhada no brasão do Panamá.
A harpia é também o animal que artistas desenharam para criar 'Fawkes a fênix' para o filme Harry Potter e a Câmara Secreta.
A harpia é capaz de exercer uma pressão de 42 kgf/cm² (4,1 MPa ou 530 lbf/in²) com suas garras. Ela pode erguer mais de 3/4 de seu peso.
A harpia é, com controvérsias, a águia mais pesada ainda vivente, e a águia-das-filipinas é a única águia viva que se compara a ela em tamanho. Entretanto, a extinta águia-de-haast da Nova Zelândia era aproximadamente 50% maior do que ela.
A harpia dá nome ao projeto de inteligência artificial mantido pela Receita Federal Brasileira.
Referências
1999. "Harpia harpyja" (On-line), Animal Diversity Web.
                                                                     





                                      O gavião real é a mais poderosa águia da terra. Além de uma das maiores envergaduras de asa desse grupo, é a força das pernas que consagra esse título à ave.
Enquanto muitos acham que gosta mais de atacar os macacos, os gaviões reais preferem as preguiças como presas.
As pernas e as garras afiadas são adaptações perfeitas para arrancar as preguiças das árvores. Isso às vezes é um legítimo desafio para a ave, pois, apesar de lentas, as preguiças possuem uma força incomum.
            O gavião-real, também conhecido como harpia ( Harpia harpyja ), é a maior ave de rapina do Brasil e do mundo. Além de maior, é considerada uma das mais interessantes e raras aves pois vive solitária, exceto na época de acasalamento.
A harpia vive em montanhas, nas margens de rios e lagos e até mesmo à beira-mar. No Brasil, ainda hoje, essa espécie é encontrada na Amazônia, nos Estados do Paraná e Rio Grande do Sul, além de algumas florestas da Mata Atlântica. Seus hábitos são diurnos e o comportamento sedentário.
Alimenta-se desde moluscos, crustáceos e peixes até serpentes, lagartos, alguns pássaros e alguns mamíferos, como a preguiça (seu alimento favorito) que captura no solo.
A harpia pode atingir 1,15 m de comprimento e 2,5 m de envergadura. Seu peso varia de 4,5 a 10 quilos. Possui uma plumagem densa nas costas e macia no lado ventral. Os tarsos são grossos e não emplumados. As pernas são curtas, e os pés e garras suficientemente fortes para permitir à ave carregar mamíferos pesados. A cor predominante é o cinza e o seu grande topete é responsável pela denominação de gavião-real. A ave adulta apresenta um “colar” preto de penas no pescoço.
A característica principal – também presente em todas as aves de rapina diurnas – é a profundidade da visão. O poder de resolução da vista do gavião chega a ser oito vezes mais potente que o do homem. Mas, como nem tudo é perfeito, a mobilidade do olho na órbita é reduzida , o que obriga a ave a virar constantemente a cabeça para adquirir noção do conjunto.
 Essa é a maior ave de rapina do mundo e a maior do Brasil. Solitário, o gavião-real vive em florestas ou nas margens de rios do Brasil e da América Central.
Seus alimentos preferidos são moluscos, crustáceos, peixes, serpentes, lagartos e alguns pássaros. Essa ave possui uma excelente visão, embora a pouca mobilidade do olho a obrigue a virar constantemente a cabeça para enxergar ao redor. Sem inimigos naturais, o gavião-real está ameaçado pela devastação das florestas.
    O gavião-real, também conhecido como harpia ( Harpia harpyja ), é a maior ave de rapina do Brasil e do mundo. Além de maior, é considerada uma das mais interessantes e raras aves pois vive solitária, exceto na época de acasalamento, e exige uma extensa área para sobreviver( cerca de 50 km2 de floresta para cada ave ).
A harpia vive em montanhas, nas margens de rios e lagos e até mesmo à beira-mar. Sua localização vai do sul da América Central até o Paraguai, com preferência das áreas tropicais.
No Brasil, ainda hoje, essa espécie é encontrada na Amazônia, nos Estados do Paraná e Rio Grande do Sul, além de algumas florestas da Mata Atlântica. Seus hábitos são diurnos e o comportamento classificado como sedentário.
A predileção alimentar da harpia abrange desde moluscos, crustáceos e peixes até serpentes, lagartos, alguns pássaros e alguns mamíferos, como a preguiça (seu alimento favorito).
A harpia pode atingir 1,15 m de comprimento e 2,5 m de envergadura. Seu peso varia de 4,5 a 10 quilos. Possui uma plumagem densa nas costas e macia no lado ventral. Os tarsos são grossos e não emplumados. As pernas são curtas, e os pés e garras suficientemente fortes para permitir à ave carregar mamíferos pesados. A cor predominante é o cinza e o seu grande topete é responsável pela denominação de gavião-real. A ave adulta apresenta um “colar” preto de penas no pescoço.
                                                                                          A CARACTERÍSTICA PRINCIPAL
Também presente em todas as aves de rapina diurnas – é a profundidade da visão. O poder de resolução da vista do gavião chega a ser oito vezes mais potente que o do homem. Mas, como nem tudo é perfeito, a mobilidade do olho na órbita é reduzida , o que obriga a ave a virar constantemente a cabeça para adquirir noção do conjunto.
O gavião-real é monógamo e de pouca sociabilidade. Também apresenta dimorfismo, isto é, a fêmea é maior que o macho. Aliás, entre águias, falcões e gaviões, o dimorfismo normalmente é mais acentuado quanto mais ferozes e agressivas forem as espécies.
Geralmente solitário e diurno, a harpia voa bem entre 50 e 100 metros acima das copas das árvores e plana bastante. Tanto em ataques como para chamar a atenção do sexo oposto, as aves escancaram as asas, estendem os artelhos, levantam a crista e eriçam as penas. Muitos acipitrídeos executam verdadeiras acrobacias no ar. Para os solteiros, o balé aéreo serve como artifício de sedução e, para os acasalados, fortalecimento do elo de união.
A nidificação é bastante variada, desde plataformas de gravetos em árvores ou rochedos, até mesmo no chão duro. De dois ovos, apenas um filhote nasce após 56 dias de incubação realizada pela fêmea. Quando este rompe a casca, a fêmea que então cuidava do ovo e do ninho sai para exercitar-se e caçar, enquanto o macho cuida do filhote e afasta possíveis intrusos do local.
Os filhotes chegam a ficar de quatro a cinco meses no ninho exercitando as asas e fortalecendo a musculatura. Ainda por dois anos, após deixarem os ninhos, dependem muito dos pais, quando começa o aprendizado de caça. A maturidade chega entre oito e dez anos.
Embora seja fácil sua adaptação, dificilmente conseguem reproduzir-se em cativeiro. O zôo melhor sucedido é o de Berlim, na Alemanha, onde são realizadas reproduções a cada dois anos.
A família da harpia ( acipitrídeos ) é a mais complexa de todas. Há uma grande variedade de formatos e dimensões, onde estão inclusas as várias espécies de gaviões. São 208 tipos no mundo, sendo 90 brasileiros. A águia é uma das mais versáteis e ágeis da família, chega a pesar sete quilos e exibe envergadura de tamanho igual ao da harpia: 2,5 m. Ao contrário da crença popular, nem todos os gaviões são carnívoros, há os insetívoros e até mesmo os vegetarianos.
Topo da cadeia alimentar, a harpia não tem nenhum inimigo natural. Seu único predador é o homem. É justamente a capacidade humana de destruir fatias imensas de matas, eliminar santuários selvagens e empobrecer o espectro da fauna que colocou em evidência e trouxe para o foco da ciência esse animal típico da mata fechada, tradicionalmente oculto e protegido, e agora em processo de extinção.
                                            INFORMAÇÕES GERAIS
Nomes Populares: Harpia, Gavião-real, Gavião-de-penacho, Uiraçu-verdadeiro, Cutucurim, Apacarim
Nome Científico: Harpia harpyja
Nome em Inglês: Harpy eagle
Ordem: Ciconiformes
Família: Accipitridae
População: Comum na região Amazônica; rara ou extinta em outros lugares. Desde 1992, foram confirmados nove ninhos na Guiana, 20 na Venezuela e 11 no Panamá
Acasalamento: Ocorre num intervalo de 2 ou 3 anos a partir da última ninhada
Reprodução: Dois ovos são postos, porém apenas um deles eclode em 53 ou 56 dias de incubação
Altura: Macho: 57 cm; Fêmea: 90 cm (ambos podem ultrapassar estes limites)
Peso: Macho: 4,5-8 Kg; Fêmea: 7-10 Kg
Voz: Um longo assobio repetido de 8 a 12 vezes ( um muito triste "juuiiiuuuu" ), e outros chamados incluindo uma série de pequenos estalidos.
Envergadura: 2 a 2,5 metros
Período de Vida: 40 a 50 anos
Habitat: Florestas tropicais
Hábito Alimentar: Carnívoro
Causas do Desaparecimento: Destruição das florestas tropicais e dos ninhos e a caça indiscriminada

    Seu nome científico é Harpia harpyja.
O gavião-real, também conhecido como harpia, é a maior ave de rapina do Brasil e do mundo. Além de maior, é considerada uma das mais interessantes e raras aves pois vive solitária, exceto na época de acasalamento, e exige uma extensa área para sobreviver( cerca de 50 km2 de floresta para cada ave ).
A harpia vive em montanhas, nas margens de rios e lagos e até mesmo à beira-mar. Sua localização vai do sul da América Central até o Paraguai, com preferência das áreas tropicais. No Brasil, ainda hoje, essa espécie é encontrada na Amazônia, nos Estados do Paraná e Rio Grande do Sul, além de algumas florestas da Mata Atlântica. Seus hábitos são diurnos e o comportamento classificado como sedentário
A predileção alimentar da harpia abrange desde moluscos, crustáceos e peixes até serpentes, lagartos, alguns pássaros e alguns mamíferos, como a preguiça (seu alimento favorito). A harpia é a principal inimiga dos psitacídeos (Araras, cacatuas e papagaios).
A harpia pode atingir 1,15 m de comprimento e 2,5 m de envergadura. Seu peso varia de 4,5 a 10 quilos. Possui uma plumagem densa nas costas e macia no lado ventral. Os tarsos são grossos e não emplumados. As pernas são curtas, e os pés e garras suficientemente fortes para permitir à ave carregar mamíferos pesados. A cor predominante é o cinza e o seu grande topete é responsável pela denominação de gavião-real. A ave adulta apresenta um “colar” preto de penas no pescoço.
A característica principal – também presente em todas as aves de rapina diurnas – é a profundidade da visão. O poder de resolução da vista do gavião chega a ser oito vezes mais potente que o do homem. Mas, como nem tudo é perfeito, a mobilidade do olho na órbita é reduzida , o que obriga a ave a virar constantemente a cabeça para adquirir noção do conjunto.
A harpia é monógamo e de pouca sociabilidade. Também apresenta dimorfismo, isto é, a fêmea é maior que o macho. Aliás, entre águias, falcões e gaviões, o dimorfismo normalmente é mais acentuado quanto mais ferozes e agressivas forem as espécies. Geralmente solitário e diurno, a harpia voa bem entre 50 e 100 metros acima das copas das árvores e plana bastante. Tanto em ataques como para chamar a atenção do sexo oposto, as aves escancaram as asas, estendem os artelhos, levantam a crista e eriçam as penas. Muitos acipitrídeos executam verdadeiras acrobacias no ar. Para os solteiros, o balé aéreo serve como artifício de sedução e, para os acasalados, fortalecimento do elo de união.
A nidificação é bastante variada, desde plataformas de gravetos em árvores ou rochedos, até mesmo no chão duro. De dois ovos, apenas um filhote nasce após 56 dias de incubação realizada pela fêmea. Quando este rompe a casca, a fêmea que então cuidava do ovo e do ninho sai para exercitar-se e caçar, enquanto o macho cuida do filhote e afasta possíveis intrusos do local. Os filhotes chegam a ficar de quatro a cinco meses no ninho exercitando as asas e fortalecendo a musculatura. Ainda por dois anos, após deixarem os ninhos, dependem muito dos pais, quando começa o aprendizado de caça. A maturidade chega entre oito e dez anos.
Embora seja fácil sua adaptação, dificilmente conseguem reproduzir-se em cativeiro. O zôo melhor sucedido é o de Berlim, na Alemanha, onde são realizadas reproduções a cada dois anos.
A família da harpia ( acipitrídeos ) é a mais complexa de todas. Há uma grande variedade de formatos e dimensões, onde estão inclusas as várias espécies de gaviões. São 208 tipos no mundo, sendo 90 brasileiros. A águia é uma das mais versáteis e ágeis da família, chega a pesar sete quilos e exibe envergadura de tamanho igual ao da harpia: 2,5 m. Ao contrário da crença popular, nem todos os gaviões são carnívoros, há os insetívoros e até mesmo os vegetarianos.
Topo da cadeia alimentar, a harpia não tem nenhum inimigo natural. Seu único predador é o homem. É justamente a capacidade humana de destruir fatias imensas de matas, eliminar santuários selvagens e empobrecer o espectro da fauna que colocou em evidência e trouxe para o foco da ciência esse animal típico da mata fechada, tradicionalmente oculto e protegido, e agora em processo de extinção.
FICHA
ORDEM
Ciconiformes
FAMÍLIA
Accipitridae
NOME POPULAR
Harpia
NOME EM INGLÊS
Harpy eagle
NOME CIENTÍFICO
Harpia harpyja
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
América do Sul e Central
HABITAT
Florestas neotropicais
HÁBITOS ALIMENTARES
Carnívoro
REPRODUÇÃO
1 ovo que eclode após 56 dias de incubação
PERÍODO DE VIDA
Aproximadamente 40 anos                                                                                                                                                                                                                                                                                                   
assunto(s) aves
Coruja-das-torres é uma espécie que pertence a família dos titonídeos, também conhecida pelos nomes de coruja-da-igreja, coruja-branca, coruja-católica e rasga-mortalha. Habitam em diversos lugares do mundo, em geral, em todos os continentes exceto a Antártica, gostam de lugares abertos e de climas que variam de temperados aos tropicais.Mede cerca de 25-45 cm de comprimento, com uma envergadura de cerca de 75-110 centímetros. A forma da cauda é uma maneira de distinguir a coruja-das-torres de verdade quando vista em voo, como os movimentos são oscilantes e abrir das pernas balançando as penas. O rosto com a sua forma peculiar e os olhos negros dâo à ave voando uma aparência estranha e surpreendente, a crista de penas acima do bico se assemelha a um nariz.[1]
Seu peso varia de 250 a 700 g., as fêmeas são geralmente 25% maiores que os machos, podem viver até 10 anos em ambiente selvagem, a Coruja-das-torres mais velha conhecida vivia em cativeiro na Inglaterra e ja havia completado 25 anos quando deixou de por ovos. É uma ave de médio porte, com cores castanho-claro e manchas pretas nas costas e parte de trás da cabeça, além de pequenas e finas manchas pretas ou marrom escuras espalhadas por todo o corpo exceto na parte interna das asas (parte "de baixo"). Seu peito, e toda parte inferior do corpo, tal como a área interna das asas são de cor branca, podendo também apresentar-se na cor branco-acinzentado ou branco amarelado. A plumagem é suave e densa, com delicadas extremidades nas asas para abafar o som produzido pelas mesmas ao se moverem. As asas são redondas nas bordas e tem curvatura bastante suave, medem em média 107 cm em membros adultos. As linhas lacrimais seguem dos olhos até o bico. Bico tem forma de gancho para dilacerar carne. O pescoço tem área de "giro" de 270° para compensar o fato de seus olhos serem imóveis, elas costumam balançar a cabeça da esquerda para a direita quando estão curiosas ou analisando o ambiente, pois assim elas aumentam a área que visualizam e podem visualizar as imagens tridimensionalmente. A cauda é utilizada como estabilizador durante o bote. As pernas longas e poderosas amortecem o impacto das aterrisagens e estão cobertas de penas brancas até o tarso, onde geralmente não há abundância de penas. Os ouvidos assimétricos permitem localizar as presas no escuro pois sua capacidade auditiva lhe permite diferenciar o tempo que o som chega em cada ouvido, os grandes discos faciaias atuam como uma antena nesse complexo sistema auditivo, recolhendo sons o canalizando-os para os ouvidos.
Tem excelente visão noturna. Possui a capacidade de distinguir na escuridão a uma altura de 10 metros qualquer coisa que se movimente no solo. Possui a visão cem vezes melhor que a dos homens e necessita de apenas 10 por cento da luz que o olho humano usa para distinguir alguma coisa. Isso pode ser explicado por ela ter olhos enormes em relação ao seu tamanho, e a forma alongada (ao contrário do esférico sistema ótico humano) se alarga em direção à retina, abrindo espaço entre a pupila e o cristalino.
                                                                         Hábitos
É uma ave naturalmente noturna e, frequentemente, apresenta alguma atividade crepuscular. Tyto albas encontrados em atividade durante o dia estão geralmente famintos ou buscando alimento para sua ninhada. Permanecem durante o dia em fendas em árvores, cavidades de rochedos, forros ou sótão de casas, torres de igreja etc.---- Costumam banhar-se em poças d'água e pequenos córregos. Seu voo extremamente silencioso dá-se devido a sua adaptação a caças noturnas: sua aproximação não é identificada pela presa, que é facilmente capturada. São encontradas solitárias ou aos pares. Geralmente são sedentárias, não saindo de uma região depois de instaladas. O seu território possui um raio de sete quilômetros e quatrocentos metros em média.
                                                                    Voz
a sua vocalização é um grito rouco, que se assemelha ao ruído de tecido sendo rasgado. Apresenta um piar agudo quando se fere ou machuca, que também é vocalizado repetidas vezes para o acasalamento. Se surpreendida no seu esconderijo ou empoleirada, começa então a repetidas vezes reproduzir um som de estalar, chocando sua língua ao bico. As crias emitem um som de pedido como de um ressonar ruidoso
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As corujas-das-torres são animais noturnos altamente dotados para caçar pequenas aves, invertebrados, roedores, pequenos lagartos e anfíbios. A sua principal ferramenta de caça é a sua aguçada audição que lhes permite ouvir sons e definir a posição da presa na escuridão total. Voam baixo, assim elas escutam os movimentos de suas presas e identificar facilmente obstáculos próximos pelo eco de seu quase inaudivel bater de asas. A coruja posiciona as pernas para a frente e esticando as suas garras afiadas, posicionando 3 garras para frente e uma para trás para apanhar a sua presa, invertebrados elas costumam comer vivos e inteiros, enquanto que pequenos vertebrados são mortos por asfixia, apertando forte as garras contra o peito deles. Suas presas são geralmente engolidas inteiras, presas muito grandes são desmembradas ou então arrancando pequenos pedaços e comendo-os, também não é raro encontrar Tyto albas que normalmente comam presas pequenas por partes ou arrancando pequenos pedaços antes de engolir o resto da presa de uma única vez, acredita-se que façam isso para saborear a carne e o sangue, aparentemente a bílis não lhe é desagradável apesar do forte odor, esse incomum hábito alimentar já foi identificado em alguns Tyto Alba em cativeiro possuídas por falcoeiros brasileiros. Cerca de 8 a 10 horas mais tarde elas regurgitam uma única pelota de material que não conseguiu digerir, essa pelota úmida e preta (chamada de cast ou pellet em inglês) geralmente contém coisas como ossos, dentes, restos de carapaça de invertebrados, penas e pelos. Também é comum a Tyto albas nunca beberem água, retirando todo o líquido de que necessitam da carne que consomem.
                                                                       Reprodução
Quando as corujas-das-torres acasalam, tornam-se parceiros para a vida toda. Se reproduzem pelo menos 1 vez ao ano em qualquer época, definido apenas pela quantidade de comida disponível em seu território. O macho inicia a corte chamando a fêmea, ele faz um vôo de exibição, incluindo fortes batidas de asas. O par usa como ninho geralmente os mesmos locais que ja usavam anteriormente. A fêmea pôe os ovos em uma cavidade escura e incuba-os. Cada ovo é posto com 2 ou 3 dias de diferença para que choquem em tempos diferentes. Os progenitores estão sempre caçando em turnos, evitando deixar a prole sozinha, quando isso ocorre a chance de que seus filhotes sejam atacados por corvos ou outros predadores é grande. As crias mais velhas são alimentadas primeiro e por vezes as mais novas morrem de fome, as mais velhas comem então as suas irmãs já mortas, asseguramdo a sua sobrevivência. As Tyto Albas ganham peso até o quinto ou sexto mês de vida, quando começam a gradualmente perder peso e reduzir seu apetite, chegando então à fase adulta.
                                                           Habitat

A espécie está associada a lugares abertos, como pastagens e terrenos agrícolas ou semi-abertos. Habita em cavernas, telhados de celeiros, prédios e em torres de igrejas, de onde leva um de seus nomes mais populares.
É uma das aves com maior distribuição no planeta. Habita todos os continentes com exceção da Antártida.
Nidifica em quintas, montes, moinhos, celeiros, ruínas e igrejas, e mesmo em grandes povoações. Evitando normalmente florestas, particularmente resinosas.


assunto(s) répteis

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Répteis
Ordem: Serpentes
Família: Colubridae
Género: Pantherophis
A Pantherophis guttatus, anteriormente chamada Elaphe guttatus, tem como nome comum «cobra-do-milho», devido às suas origens. É originária dos celeiros dos EUA, México e ilhas Caimão, onde caçava e caça ratos, não actuando como uma peste, mas sim ajudando os agricultores a controlar as colónias de ratos. 

Mas a sua história vem já de há muito tempo atrás. As tribos Okeetee, que viviam na América, idolatravam estas cobras, dizendo que eram espíritos que nasciam do milho, devido ao facto de as suas cores serem idênticas às do milho índio, que já não é cultivado. A variação de cores Okeetee é um tributo a esse passado.

Habitat
Encontram-se normalmente em encostas rochosas, pinhais, em terras cultivadas (por exemplo, milheirais) e em zonas abertas, preferindo habitats secos a zonas pantanosas, não sendo, no entanto, muito selectivas. Embora trepem bem, são normalmente encontradas no solo, gostando de passar bastante tempo enterradas.

São animais diurnos ou crepusculares, consoante as temperaturas. Normalmente, na Primavera são diurnas e no Verão nocturnas.